Revista Espírita 1860

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Cada homem tem em si o que chamais uma voz interior, é o que o Espírito chama a consciência, juiz severo que preside a todas as ações da vossa vida. Quando o homem está só, escuta essa consciência e se pesa em seu justo valor; freqüentemente, tem vergonha de si mesmo. Nesse momento, reconhece Deus, mas a ignorância, fatal conselheira, lhe empurra e coloca-lhe a máscara do orgulho; apresenta-se a vós inchado de seu vazio; procura vos enganar pela altivez que se dá; mas o homem de coração não tem a cabeça arrogante; ele escuta com proveito as palavras do sábio; sente que não é nada e que Deus é tudo. Procura se instruir no livro da Natureza, escrito pelas mãos do Criador; seu Espírito se eleva e arranca de seu envoltório as paixões materiais que, muito freqüentemente, vos perdem. É um guia perigoso, senão uma paixão que vos conduz; guarda isto, amigo: Deixa o cético rir, seu riso se apagará. Em sua hora última, o homem se torna crente. Amigo, pensa sempre em Deus, só ele não engana. Lembra-te de que não há senão um caminho que leva até ele: a fé e o Ditados Espontâneos amor de seus semelhantes.

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